Notícias

PREVBarcos aumentam cobertura Previdenciária no Estado do Amazonas

Duas embarcações concedem 9% dos benefícios de toda a rede fixa do INSS no estado

Os PREVBarcos – Unidades Móveis Flutuantes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do Estado do Amazonas são responsáveis por 9,26% dos benefícios concedidos pelo Instituto naquela Unidade da Federação. Estudos feitos pela Superintendência do INSS Regional Norte/Centro-Oeste demonstram que a presença das embarcações ampliam a cobertura previdenciária em localidades onde a população, na maioria ribeirinhos, teria dificuldades para se deslocar até uma unidade fixa do INSS

O levantamento apontou que as 26 unidades fixas de atendimento do INSS no Amazonas concederam 112.513 benefícios, nos anos de 2018 e 2019. No mesmo período, os dois PREVBarcos liberaram 10.426 benefícios, ou seja, 9,26% de todas as concessões do estado. Nestes dois anos, foram atendidas as calhas dos rios Juruá, Purus, Madeira, Solimões e Negro. Nesse montante não são considerados os pagamentos do Seguro-Desemprego do Pescador Artesanal.

Esse percentual de cobertura previdenciária cresce em relevância quando observamos que o Estado do Amazonas é o antepenúltimo colocado, entre as Unidades da Federação, com apenas 8,14% de sua população recebendo beneficio do INSS. A média Brasil é de 17%. Os dados são de julho de 2019. Nenhum município do Amazonas, tem média igual ou acima da nacional. O índice é menor nos rios de difícil navegação, e inversamente proporcional à distância da capital. Dessa forma, não fossem as missões dos PREVBarcos, a cobertura previdenciária seria menor, conclui a análise

Para 2020, os PREVBarcos do Amazonas prevêem uma navegação de 7.353 milhas náuticas, ao longo do ano. Serão percorridos os Rios Juruá, Purus, Solimões, Madeira e Amazonas e alguns afluentes menores. Nestes ciclos de navegações foram incluídas as cidades de Japurá e Maraã, no rio Japurá, que nunca receberam a visita do PREVBarco, antes.

Em Maraâ, apenas 1,92% da população recebe benefício. Em Japurá, 5,48%. A principal razão é a dificuldade para o segurados chegarem à agência do INSS mais próxima, que fica em Tefé. Para chegar em Tefé, esses segurados teriam que pegar uma lancha, que circula duas vezes por semana, para uma viagem de 20 horas de navegação. A passagem ida e volta custa R$700,00.

Informações para imprensa:

ACS-DF:

Verônica Assumpção

(61)3319-2673

Categorias: ,